Publicado por: maresta | Fevereiro 19, 2008

se eu não me tivesse decidido pela web 2.0…

… e não tivesse um PC que me deixa ficar mal de cada vez que tento entrar no Second Life, creio que teria escolhido como tema/ quest / graal as comunidades de aprendizagem e o Second Life.

estou a tentar ler o livro do Wenger (e o conceito de CoP tem mesmo que ser brilhante, que pelo livro/ escrita o senhor nunca iria longe) e a cada expressão “new-comers” e “oldtimers” sinto-me voltar atrás no tempo, aos primeiros dias da ilha da UA quando, ainda de cabelo azul, a mieke tentata aprender (e ensinar) a sobreviver naquele admirável mundo novo. achei engraçada a ideia dos oltimers irem dando lugar aos new-comers à medida que estes aprendem, bem como o conceito de aprender pela prática. efectivamente, não será com formação teórica que alguém aprende as manhas do Sl. não será com IT’s, por muito bem desenhadas que estejam, que alguém aprende como editar o boneco, como adicionar amigos, como trocar roupas…

o SL deve ser dos melhores exemplos que conheço daquilo que pode ser uma comunidade de prática. onde os recém-chegados aprendem pela prática, onde os mais antigos ensinam sem qualquer entrave ou pudor.

era bom que na RL fosse assim, não era? ;)


Respostas

  1. deparei-me, tal como tu, com os conceitos “newcomers” e “oldtimers”, quando fazia a minha leitura (muito custosa por sinal) do livro do wenger. De facto, dá vontade de observar o SL à luz destas noções, pois este ambiente potencia sobremaneira as comunidades de prática.
    Vou ter de contemplar esta parte no meu estudo. Assim sempre podemos ir trocando umas ideias.
    ;-)


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